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terça-feira, 8 de julho de 2008

Loucuras de Verão

Carolina e Gonçalo não se viam à algumas semanas, apesar de serem namorados, a distância que os separava e o facto de Carolina ter adoecido, não permitiu que se vissem. Quando ela finalmente recuperou, combinaram uma ida até à praia. Gonçalo iria buscá-la a casa, como sempre. À hora prevista, e lá estava ela, com uma curta saia amarela que revelava as suas pernas morenas bem torneadas, um top sem alças cor-de-laranja e o biquíni colorido por baixo. Gonçalo corou. Ela estava simples, afinal ia para a praia, mas Gonçalo não a via a tanto tempo que o simples vislumbre da sua pele morena o deixou completamente alucinado. Carolina sorriu, entrou no carro e deu-lhe um beijo.
Depois de procurarem um lugar para estacionar o carro, foram então para a praia. Estava um dia maravilhoso, estava calor, o céu limpo e corria apenas uma pequena brisa. Estenderam as toalhas e Carolina começou a despir a pouca roupa que tinha, deixando, claro está o biquíni. Reparou que Gonçalo a olhava de cima a baixo. Isso deixava-a excitada, não estavam juntos a tanto tempo que o desejo era cada vez maior. Gonçalo já tinha tirado a T-Shirt e já estava deitado olhando para a namorada, Carolina, por sua vez admirava o corpo bem definido de Gonçalo. Deitou-se na toalha, e Gonçalo puxou-a para si. Deitada em cima dele, Carolina corou, conseguía sentir perfeitamente o sexo dele junto do seu e antes que conseguísse dizer algo, ele beijou-a como se a sua vida dependesse daquele beijo. Rebolaram na areia e desta vez era Gonçalo que se encontrava deitado por cima de Carolina. Ela sentia o pau dele a ficar mais duro a cada beijo que davam. Ele ia fazendo movimentos com a cintura de modo a esfregar o seu sexo no dela. Estavam excitados e por momentos quase se esqueciam de que estavam numa praia cheia de gente e de criancinhas. Decidiram então ir dar um mergulho, a água fria iria acalma-los um pouco. Depois de secarem ao sol, Gonçalo aproximou-se do ouvido de Carolina e segredando disse-lhe que não aguentava mais, que ela estava deslumbrante e que vê-la assim, quase nua o deixava excitado, pediu-lhe para arrumar as coisas e ir embora.
Carolina um pouco desapontada por ter estado tão pouco tempo com o seu namorado levantou-se, vestiu-se arrumou as coisas e dirigiu-se para o carro com Gonçalo. Quando estavam no caminho apercebe-se que Gonçalo não estava a ir para casa dela. Perguntou-se para onde estaria ele a levá-la. Pararam num sítio quase deserto. Gonçalo tirou o seu cinto de segurança e o de Carolina, e sem mais palavras beijou-a! Aquele beijo despertou o desejo, a excitação, a tesão que sentiam à muito tempo!
Foram para o banco de trás, continuando a beijar-se. As mãos de Gonçalo desciam pela cara de Carolina passando pelo pescoço agarrando nos seus peitos firmes e volumosos, apertando os seus mamilos. Carolina apenas sentia, e gemia baixinho junto do ouvido de Gonçalo. As mãos foram descendo e Gonçalo despiu a parte de baixo do biquíni dela, estava completamente depilada. Gonçalo sentia o seu pau a ficar cada vez mais teso, e com um toque suave começou a masturbá-la. Ela gemia, desta vez já não era baixinho. Beijando o seu corpo enquanto a masturbava, Gonçalo ia descendo cada vez mais. Carolina sentiu o toque quente e húmido da língua de Gonçalo no seu clitóris, segundos depois, com a língua frenética de Gonçalo dentro de si e os seus dedos a massajar-lhe o clitóris o orgasmo surgiu, soltando um gemido bem alto. Gonçalo beijou-a, sabia que isso a acalmava. Deixou-a respirar um pouco e de seguida penetrou-a. Ela gemeu, há tanto tempo que queria sentir-se assim, completamente preenchida. Ela levantou-se e sentando-se em cima dele, cavalgou-o como nunca tinha feito. Ele estava de olhos fechados, gemendo de prazer. Carolina completamente possuída pelo prazer, não só o que estava a ter, mas o que lhe estava a proporcionar, aumentou a velocidade, mas Gonçalo abriu os olhos e fez com que Carolina parasse, não queria vir-se já. Mudaram de posição, desta vez Carolina estava de costas para ele, deixando que ele, agarrando a sua cintura com uma das mãos e masturbando-a com a outra decidisse o ritmo das penetrações. Carolina tremia, o orgasmo aproximava-se, então para que se viessem ao mesmo tempo aumentou o ritmo cada vez mais, explodindo os dois em simultâneo.
Carolina nunca se tinha sentido assim, nunca o tinha feito num carro, principalmente há luz do dia, quando qualquer pessoa podia passar e ver tudo. Sorriu, na verdade Gonçalo tinha aquele poder sobre ela, o poder de a fazer esquecer do mundo em redor e cometer as maiores loucuras.

sábado, 14 de junho de 2008


É assim tanto pedir um orgasmo durante o sexo?
Apenas queria sentir como é! Não é importante para mim ter 50 mil orgasmos, apenas queria um! Queria sentir prazer enquanto te tenho dentro de mim! Quero que tenhamos um orgasmo em simultâneo! Quer ter o prazer de sentir isso! E não ter um orgasmo antes e acabar em "suspenso".

Sabes há quanto tempo não tenho um orgasmo?


Pois... eu também não!

quinta-feira, 29 de maio de 2008


Estavam os dois no meio de mais uma das suas conversas no messenger.
-Tenho uma coisa para te mostrar!
-Fotos tuas picantes?
-Não!
-Oh!:(
-Oh!? Eu propus-te isso, e tu não quiseste!
-Mas não é por não querer! É pela tua segurança. P'ra não acontecer como acontece a muitas e as fotos irem parar à net!
-Então isso quer dizer que queres?
-Sim, quer.
-Alguma sugestão?
-Não, surpreende-me!

terça-feira, 27 de maio de 2008


Apesar de namorarmos há mais de 2 anos e meio, iniciámos a nossa vida sexual à relativamente pouco tempo, cerca de 9/10 meses. Era muito nova quando começámos a namorar e não estava preparada para dar um passo tão importante. Ele sempre respeitou o meu espaço, sem me forçar nem pressionar a fazer o que quer que fosse. As conversas entre nós foram ficando cada vez mais picantes, mais intimas e sensuais. Depois disso surgiram os primeiros toques e carícias mais intimas. E alguns meses depois, a nossa primeira vez. A minha primeira vez e a primeira vez dele.
E agora, após ter imaginado durante várias horas, dias e até mesmo semanas, consegui o que realmente queria. Consegui livrar-me da timidez, da vergonha e do facto de me sentir intimidada.
Deitados na sua cama, a ver episódios de "That 70's Show", comecei a beija-lo levemente. Deitei-me por cima dele, e beija-mo-nos. As suas mãos percorriam o meu corpo, e as minhas o seu. O desejo aumentava a cada beijo. Tentou desapertar-me as calças, mas não deixei. Ele percebeu que eu não queria sexo. Continuamos com os beijos, os toques, as carícias, e, num surto espontâneo de coragem, comecei a beija-lo no queixo, depois no pescoço, e fui descendo, percorrendo o seu corpo com beijos. Passei os lábios por cima dos boxers e ouvi-o engolir em seco. Estava excitado. Tirei-lhe os boxers e, pela primeira vez senti o seu sabor. Enquanto chupava o seu sexo, ouvia-o gemer. Olhei para ele, estava de olhos fechados, a aproveitar o momento. Fui chupando até ele me pedir para parar. Não se queria vir na minha boca.
Ele adorou, e eu fiquei super feliz.

quinta-feira, 10 de abril de 2008


Queria contar-vos. Mas não consigo.

sábado, 29 de março de 2008

Numa discussão de ideias, tenho a (in)feliz "ideia" de perguntar:
- O que te atrai mais numa mulher?
Ao que ele responde:
-Nada, nada, eu só tenho olhos p'ra tua sensualidade!
-Deixa-te de tretas! Não quero uma resposta de namorado, quero uma resposta de homem, sincera!
-Não posso responder, tu depois bates-me!
-Não bato nada! Vá, eu prometo!.... Podes dizer...
-Certeza?
-Sim, de certeza, deixa mas é de enrolar e diz logo! ( pensando eu que ele me ia responder com uma parte do corpo, do tipo, lábios, rabo, seios, pernas, o sorriso, o olhar, o que quer que fosse!)
- Oh, então o que eu gosto é de um cabelo castanho clarinho, meio encaracolado, com nariz pequenito, olhos verdes, um corpinho esbelto, mas não muito magro, umas pernas e um rabo daqueles que ficam mesmo bem em qualquer tipo de calças. Chega?
- Resumindo, tudo o que eu não sou...
-'Tás a ver? Era isto que eu não queria.... Mas foste tu que pediste!
-Tens de reconhecer que saber que não encaixo em nenhum dos "parâmetros", que não pertenço ao "ideal" de beleza ou sensualidade, ou o que seja, do meu namorado, não é de todo, a melhor coisa!


Mas quem me mandou a mim perguntar???? Também não tenho culpa que ele me tenha feito a descrição completa da rapariga dos seus sonhos! Eu só perguntei o que o atraía mais!..... humpf!
Magoei!

quinta-feira, 13 de março de 2008

"Entra e espera por mim à porta do quarto!".
Amarrou-me um lenço à volta dos olhos, queria fazer-me uma surpresa! "Senta-te e não espreites!". Obedeci. Fiquei ali, sentada por uns tempos... estava a ficar irrequieta, excitada e acima de tudo, nervosa! O meu coração batia tão rápido! Finalmente disse-me que podia tirar a venda. Nem queria acreditar naquilo que os meus olhos viam. Mais uma vez, aquele não parecia o quarto dele! Era um outro mundo!Havia velas espelhadas pelo chão, mesas de cabeçeira e secretária, e um aroma bastante agradável. No chão, colchões com ma manta e almofadas. Na prateleira de baixo de secretária estavam duas taças, uma de chocolates e outra de morangos.
O cerário era o ideal, e o desejo era maior ainda, no entanto, estivemos a conversar, deitados, trocando carícias e oferecendo morangos um ao outro. Beijámo-nos, despimo-nos. Os sus beijos despertavam os meus sentidos, um por um. Percorreu todo o meu corpo com os seus lábios. Deixou-me em brasa! Completamente excitada e desejosa de o sentir dentro de mim! "Tenho uma outra surpresa!" -disse-me. "O quê?" - perguntei. "Deita-te e vê!"-respondeu-me.
Obedeci. Devo ter ficado quase da cor dos morangos quando me apercebi que era um kamasutra em vídeo. Abracei-me a ele, e baixei um pouco o olhar. "Se não quiseres, não vemos, ok?" - disse-me. "Não, está tudo bem, só não estava à espera!" - respondi. Vimos o filme até ao fim, entre trocas de beijos, morangos e chocolates.
"Inspirada?" - sussurrou-me ao ouvido num tom provocador.
"Muito!" - sussurrei eu também.
E assim, satisfez o meu desejo, e o seu. Naquele nosso ninho de amor. Entreguei-me e naquele momento, fui completamente sua! Sua mulher, amante e amiga! Sorrimos, ofegantes.