Depois de procurarem um lugar para estacionar o carro, foram então para a praia. Estava um dia maravilhoso, estava calor, o céu limpo e corria apenas uma pequena brisa. Estenderam as toalhas e Carolina começou a despir a pouca roupa que tinha, deixando, claro está o biquíni. Reparou que Gonçalo a olhava de cima a baixo. Isso deixava-a excitada, não estavam juntos a tanto tempo que o desejo era cada vez maior. Gonçalo já tinha tirado a T-Shirt e já estava deitado olhando para a namorada, Carolina, por sua vez admirava o corpo bem definido de Gonçalo. Deitou-se na toalha, e Gonçalo puxou-a para si. Deitada em cima dele, Carolina corou, conseguía sentir perfeitamente o sexo dele junto do seu e antes que conseguísse dizer algo, ele beijou-a como se a sua vida dependesse daquele beijo. Rebolaram na areia e desta vez era Gonçalo que se encontrava deitado por cima de Carolina. Ela sentia o pau dele a ficar mais duro a cada beijo que davam. Ele ia fazendo movimentos com a cintura de modo a esfregar o seu sexo no dela. Estavam excitados e por momentos quase se esqueciam de que estavam numa praia cheia de gente e de criancinhas. Decidiram então ir dar um mergulho, a água fria iria acalma-los um pouco. Depois de secarem ao sol, Gonçalo aproximou-se do ouvido de Carolina e segredando disse-lhe que não aguentava mais, que ela estava deslumbrante e que vê-la assim, quase nua o deixava excitado, pediu-lhe para arrumar as coisas e ir embora.
Carolina um pouco desapontada por ter estado tão pouco tempo com o seu namorado levantou-se, vestiu-se arrumou as coisas e dirigiu-se para o carro com Gonçalo. Quando estavam no caminho apercebe-se que Gonçalo não estava a ir para casa dela. Perguntou-se para onde estaria ele a levá-la. Pararam num sítio quase deserto. Gonçalo tirou o seu cinto de segurança e o de Carolina, e sem mais palavras beijou-a! Aquele beijo despertou o desejo, a excitação, a tesão que sentiam à muito tempo!
Foram para o banco de trás, continuando a beijar-se. As mãos de Gonçalo desciam pela cara de Carolina passando pelo pescoço agarrando nos seus peitos firmes e volumosos, apertando os seus mamilos. Carolina apenas sentia, e gemia baixinho junto do ouvido de Gonçalo. As mãos foram descendo e Gonçalo despiu a parte de baixo do biquíni dela, estava completamente depilada. Gonçalo sentia o seu pau a ficar cada vez mais teso, e com um toque suave começou a masturbá-la. Ela gemia, desta vez já não era baixinho. Beijando o seu corpo enquanto a masturbava, Gonçalo ia descendo cada vez mais. Carolina sentiu o toque quente e húmido da língua de Gonçalo no seu clitóris, segundos depois, com a língua frenética de Gonçalo dentro de si e os seus dedos a massajar-lhe o clitóris o orgasmo surgiu, soltando um gemido bem alto. Gonçalo beijou-a, sabia que isso a acalmava. Deixou-a respirar um pouco e de seguida penetrou-a. Ela gemeu, há tanto tempo que queria sentir-se assim, completamente preenchida. Ela levantou-se e sentando-se em cima dele, cavalgou-o como nunca tinha feito. Ele estava de olhos fechados, gemendo de prazer. Carolina completamente possuída pelo prazer, não só o que estava a ter, mas o que lhe estava a proporcionar, aumentou a velocidade, mas Gonçalo abriu os olhos e fez com que Carolina parasse, não queria vir-se já. Mudaram de posição, desta vez Carolina estava de costas para ele, deixando que ele, agarrando a sua cintura com uma das mãos e masturbando-a com a outra decidisse o ritmo das penetrações. Carolina tremia, o orgasmo aproximava-se, então para que se viessem ao mesmo tempo aumentou o ritmo cada vez mais, explodindo os dois em simultâneo.
Carolina nunca se tinha sentido assim, nunca o tinha feito num carro, principalmente há luz do dia, quando qualquer pessoa podia passar e ver tudo. Sorriu, na verdade Gonçalo tinha aquele poder sobre ela, o poder de a fazer esquecer do mundo em redor e cometer as maiores loucuras.








